E-Mail 'Porque é preciso dizer “sim” ou “não” - por Paulo Roberto Pires'

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5 respostas para Porque é preciso dizer “sim” ou “não” – por Paulo Roberto Pires

  1. Paulo disse:

    Paulo, li O Jornalista e o Assassino após sua recomendação no curso da FLIP, e realmente vale a pena. O livro é encadeado com tanta clareza, e com ideias tão interessantes (me lembro em especial do que ela diz sobre o discurso gravado e o transcrito), que lemos sem esforço em duas ou três sentadas. É muito irônico e divertido ver o próprio Joe McGinniss nas garras de Malcolm, sem notar “o brilho da faca” na mão da jornalista.

    Sobre a escrita de biografias, já não era o suficiente as dificuldades inerentes à sua realização? Autorização… Lei? Pfff. Fala sério. Fico com o Benjamin Moser, com o Mário Magalhães, torcendo para que um dia saia uma biografia não autorizada de Guimarães Rosa.

  2. Pingback: Biografias não autorizadas “sim” ou “não” | Crise no jornalismo

  3. Um texto excelente. Ao encontro do que penso na totalidade.

  4. Oi, Paulo Roberto! Não sei se você se lembra de mim, mas fomos bons companheiros de Segundo Caderno, do Globo. Bons tempos aqueles! Bom, concordo 100% com o que você escreveu sobre esta questão das biografias autorizadas ou não. Li todos os livros da Janet Malcom. “A mulher calada” me impressionou muito porque já tinha lido algumas das biografia da Plath citadas pela Malcom nesse livro. A Malcom põe o dedo na ferida, como boa jornalista que é. Eu não sei se esse pessoal do Procure Saber procurou saber sobre o que consta realmente dos artigos 20 e 21 da nossa Carta. A censura torna-se possível em outras formas de expressão, seja em imagem, citações impressas, palavras proferidas em uma palestra e por aí vai. Altamente cerceante (esta palavra existe?). Você viu o que está acontecendo com o documentário sobre Guimarães Rosa, que relata seus tempos de diplomata e o engrandece o tempo todo? Está sendo proibido de ser exibido (escapou por pouco de ser proibido na Mostra de Cinema de SP) pelas duas filhas do Rosa, a louca da Wilma e a outra, que felizmente ninguém conhece. Olha que absurdo!
    Não vou desfiar aqui mais argumentos contra esta campanha pelas biografias chapa branca. Você, como grande jornalista e escritor que é, terá muitos outros argumentos, e mais inteligentes, certamente, do que os meus…
    No mais, que fique entre nós dois: tô fora de qualquer movimento que tenha a Lavigne à frente. Já tive algumas “experiências” com ela…
    Eu e Mauro Senise, meu marido, somos assinantes da Serrote. E o prazer que sentimos quando a revista chega pelo correio…hum, que delícia!
    Muitos beijos e sucesso!
    Ana Luisa Marinho