serrote #21

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ROSTO
Walter Carvalho
Serrotes

IDEIAS
Anthony Grafton / Marcelo Cipis
Pegadinhas intelectuais
Um episódio perdido no século 18 mostra como o exercício sádico de flagrar um acadêmico em erro ou fraude também pode ter suas virtudes críticas

ENSAIO
Beatriz Resende
O Lima Barreto que nos olha
A loucura e o rancor, atenuados ou apagados nas fotografias oficiais do escritor, interpelam a literatura e a História nas imagens finais de uma iconografia pessoal esparsa e perturbadora

REPORTAGEM
Emmanuel Carrère / Ellsworth Kelly
Em busca do homem dos dados
Fato e invenção forjam a história do psicanalista que, bem ao gosto transgressivo dos anos 1960, entregou ao acaso importantes decisões de sua vida. Ainda hoje, discípulos espalhados pelo mundo atestam o fascínio de uma ideia que leva a liberdade ao limite da destruição

LITERATURA
Ricardo Piglia / Mariano Betelú
O escritor como leitor
Pobre e desconhecido, expressando-se precariamente em castelhano, Witold Gombrowicz fez dos anos vividos em Buenos Aires um marco secreto na história da crítica cultural. Em seu diário e na conferência “Contra os poetas”, defende que literatura é, antes de tudo, um modo de ler, numa das grandes provocações artísticas contra a arte

CLÁSSICO
Madame du Châtelet / Kellom Tomlinson
Discurso sobre a felicidade

COMENTÁRIO
Chris Ware
A graphic novel que mudou tudo

POESIA
John Ashbery / Alex Cerveny
Cuidado com o que você deseja,

MEMÓRIAS
Anatole Broyard / Barnett Newman
Greenwich Village, 1946
Anaïs Nin em pessoa, psicanálise, arte e literatura, muita literatura, faziam da parte baixa de Manhattan um mundo à parte nos primeiros anos do pós-guerra

ALFABETO SERROTE
John D’Agata
Não ficção

PINTURA
Laura Cumming
Autorretrato do artista quando vítima
Em busca de solidariedade, choque ou admiração, artistas como Caravaggio ou Frida Kahlo se fazem personagens, ficcionalizando seu sofrimento numa cena que possa resumir as desventuras de toda uma vida

CRÍTICA
Roland Barthes / Mirtha Dermisache
Sobre sete frases de Bouvard e Pécuchet
Em seminário de 1975, até hoje inédito, o semiólogo revisita o Flaubert tão adorado numa análise minuciosa de seu livro mais inquietante, o monumento à tolice em que a Enciclopédia de Diderot se repete como uma “enciclopédia-farsa”

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